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Nas Montanhas da Loucura
Nunca demorei tanto para ler uma história tão curta quanto Nas Montanhas da Loucura. Esse é o primeiro conto que leio de Lovecraft e digo que foi cansativo. Muito mais pela minha inabilidade literária do que por qualquer outro motivo.
A maneira de contar a história (quase um relatório científico) me deixava com sono a cada página. Mas o que era contado me deixava tão interessado, que ao acordar voltava a ler imediatamente para tentar descobrir quais segredos a gelada Antártida nos reservava.
Encaro a história muito mais como uma ficção científica do que uma obra de terror, e sinto não ter lido antes. Agora vejo a quantidade de referências que perdi nesses anos todos.
Demorarei um tempo para voltar à Lovecraft. Mas me sinto melhor ao ter cumprido essa tarefa. 
Zoom Info
Camera
Canon PowerShot S3 IS
Aperture
f/4
Exposure
1/1000th
Focal Length
36mm

Nas Montanhas da Loucura

Nunca demorei tanto para ler uma história tão curta quanto Nas Montanhas da Loucura. Esse é o primeiro conto que leio de Lovecraft e digo que foi cansativo. Muito mais pela minha inabilidade literária do que por qualquer outro motivo.

A maneira de contar a história (quase um relatório científico) me deixava com sono a cada página. Mas o que era contado me deixava tão interessado, que ao acordar voltava a ler imediatamente para tentar descobrir quais segredos a gelada Antártida nos reservava.

Encaro a história muito mais como uma ficção científica do que uma obra de terror, e sinto não ter lido antes. Agora vejo a quantidade de referências que perdi nesses anos todos.

Demorarei um tempo para voltar à Lovecraft. Mas me sinto melhor ao ter cumprido essa tarefa. 

Na Estrada

Assisti On The Road mais por desencargo de consciência do que por qualquer outra coisa. Antes de assistir, pensei: É impossível fazer um filme bom sobre esse livro! 

Bem. Me enganei. Saí da sala de cinema tentando entender o que havia acabado de ver… mas com a certeza de que, conforme os dias passassem, ia gostar mais e mais desse filme. E atualmente estou gostando muito desse filme.

O filme cita o livro em momentos chave, mas não é totalmente fiel… e talvez por isso funcione tão bem. Bem como a atuação de todo mundo nessa obra (descobri que a Kristen Stewart sabe atuar - quem diria).

Vi muita gente reclamando da falta de clímax. Mas, assim como o livro, esse é um filme sobre a viagem, e não sobre o final.

Uncharted 3: Drake’s Deception

Demorei pra jogar Uncharted 3 e, sinceramente, não entendi os problemas que as pessoas tiveram com ele no lançamento. Talvez, o maior problema de Uncharted 3 tenha sido Uncharted 2.

Assim como o primeiro jogo da série, aproveitei cada segundo na frente da TV. Tudo me pareceu impecável, exceto pelo roteiro, que sofreu um pouco pela continuação.

A Naughty Dog conseguiu que Uncharted 3 fosse ainda mais bonito que o jogo anterior. E apesar de ter demorado pra jogar, Uncharted 3 ainda é o melhor jogo mainstream que joguei no PS3 desde Uncharted 2.

Prometheus

Prometheus é um bom filme. Apesar dos furos de roteiro, das decisões bobas e do roteiro raso, ainda considero Prometheus um bom filme.

E isso piora ainda mais a situação. Você sabe que aquelas pessoas que fizeram esse filme poderiam ter feito algo melhor. E a expectativa frustrada do que poderia ter sido é uma sensação péssima.

Mesmo assim, as pessoas precisam assistir ao filme. Nem que seja para reclamar.

O Garoto de Bicicleta

Adoro o cinema europeu por, ao mesmo tempo, ser duro e sutil. O filme belga O Garoto de Bicicleta é um bom exemplo disso.

Ao mesmo tempo que tenta entender os problemas do garoto, que foi abandonado pelo pai, é duro quando o mesmo garoto acaba por se envolver com a criminalidade.

Achei a reviravolta no final um tanto desnecessária, mas nada (nada mesmo) que apague o brilhantismo desse filme.

Alien: O Oitavo Passageiro

Não havia visto Alien até esses dias. Quando era criança meus pais nunca me deixaram assistir ao filme na TV. Fui deixando e então me vi com 23 anos sem ter visto esse clássico. Principalmente agora com o lançamento de Prometheus, me senti obrigado a ver.

O filme é impecável. Apesar do meu atraso, parece que não envelheceu 1 segundo desde que foi exibido nos cinemas.

O clima de Suspense espacial me deixou tenso a cada segundo.

O engraçado foi me ver lembrando as referências de outras obras à Alien enquanto assistia o filme.

Não deixe seu filho pré-adolescente sem ver!

A Invenção de Hugo Cabret

No cinema, estou acostumado com as fábulas orientais, tal como as contadas por Hayao Miyazaki em suas animações.

É raro ver uma fábula ocidental, que não apele para o “espírito de aventura” do público.

E, inesperadamente, quem traz essa fábula a tona é Martin Scorcese.

Antes de tudo, A Invenção de Hugo Cabret é uma grande homenagem ao início do cinema.

Scorcese, por meio de seu alter ego, Hugo, nos conta uma história que envolve relógios, magia e George Méliès, num cenário que faz direta alusão aos irmãos Lumiére: Uma estação de trem.

É uma das mais belas utilizações do 3D até então. Engraçado dizer isso em um filme que exibe os várias partes dos filmes de Méliès, que datam do início do século passado.

Muito bem Seu Scorcese… Já sei por onde meus filhos começarão a assistir seus filmes.

A Separação

Esse foi meu primeiro contato com o cinema iraniano. A fama de filmes longos e chatos não é refletido nessa obra.

É um filme de tribunal, apesar da ambientação peculiar para nós, ocidentais. Começa em um tribunal e termina em um tribunal.

Os atores são impecáveis. O roteiro é intrigante e envolvente. No início me pareceu um dramalhão, mas evolui para uma história instigante e surpreendente.

Tem um que de cotidiano no filme, mas que para os ocidentais acaba por ser único, já que o cotidiano é valorizado pelo conflito de um Irã moderno e ao mesmo tempo tradicional.

Moneyball - O Homem que mudou o jogo

Gosto de filmes sobre esporte. Não sei porque, já que não gosto de esportes (principalmente coletivos).

E, gostando de filmes desse gênero, gostei de Moneyball, que é definitivamente um daqueles filmes de esportes, com todos os seus clichês e reviravoltas previsíveis.

Brad Pitt e Jonah Hex estão bem. Nada impressionante, mas fazem seu papel de maneira competente.

Comprei a proposta, torci pelos personagens e é isso. Não vai mudar a vida de ninguém, mas mesmo para quem não entende nada de baseball, vai continuar sendo um filme bom.

Chances no Oscar por envolver esportes e superação. Afinal qualidade nunca foi um quesito para o Oscar.

As Aventuras de Tintim: O Segredo do Licorne

Um dos melhores filmes de aventura que vejo em anos. Animação impecável. Humor inteligente e que não subestima o espectador.

Ação frenética do início ao fim. As cenas lembram muito Indiana Jones (ou será que Indiana lembra Tintim??).

Não é um filme para crianças, tanto que a classificação indicativa é para maiores de 10 anos.

As transições são um espetáculo a parte.

Saí com vontade de ver novamente (e de jogar Uncharted 3).

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